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gustavo_sis  
Seminário Windows Server 2003
Saturday, November 03, 2007 6:40 PM

No dia 27 de novembro de 2007, aconteceu na Unilinhares (http://www.unilinhares.net/), o seminário do curso de Sistemas de Informação referente ao 2º Semestre de 2007. Eu apresentei, junto com a Riliane, o tema “Windows Server 2003 – Gerenciando Estações de Trabalho”.

Apesar de já trabalhar com esse sistema operacional, decidi por esse tema por saber que a complexidade que o envolve iria nos proporcionar um ganho de conhecimento que nos trará um aumento na competitividade com os demais profissionais de TI no mercado de trabalho.

Não nos decepcionamos, pelo contrário, fomos surpreendidos pela grandeza dessa ferramenta e por funcionalidades que eu “pensava” conhecer!

O trabalho foi dividido da seguinte forma:

1.    Introdução

2.    História

2.1.  Computação em Ambiente de Rede

2.2.  NT 4.0

2.3.  Windows 2000

2.3.1.    Professional

2.3.2.    Server

2.4.  Windows Server 2003

2.4.1.    Standard Edition

2.4.2.    Enterprise Edition

2.4.3.    Datacenter Edition

2.4.4.    Web Edition

2.4.5.    Atualizações

2.4.5.1.       Service Pack 1

2.4.5.2.       R2

2.4.5.3.       Service Pack 2

2.5.  Windows Server 2008

3.    Principais Funções do Servidor

3.1.  Controlador de Domínio

3.2.  Servidor de Arquivos

3.3.  Servidor de Impressão

3.4.  Servidor DNS

3.5.  Servidor WINS

3.6.  Servidor DHCP

3.7.  Servidor de Aplicativos

3.8.  Terminal Server

4.    Group Police Objects

4.1.  Fundamentação Teórica

4.2.  Implementação e Administração

4.3.  Ferramentas para Gerenciamento

4.4.  Gerenciando Estações de Trabalho

5.    Conclusão

6.    Referências

Agradeço a ajuda do Dennes Torres que nos orientou no começo, na divisão dos tópicos e nos alertando para o tamanho que o mesmo poderia chegar senão definíssemos com exatidão o foco.

Em breve estarei disponibilizando o arquivo para download, no intuito de incentivar os que estão começando, a explorar e aprender essa importante ferramenta para o profissional de TI, principalmente para os que pensam em trabalhar, ou já trabalham em infra-estrutura.

 

Gustavo André de Freitas

gustavo@gfsolucoes.net

http://www.gfsolucoes.net/

 

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realizações profissionais
Sunday, October 21, 2007 9:07 AM

Sou funcionário público do Estado do Espírito Santo há 13 anos, e há aproximadamente três anos trabalho diretamente com Tecnologia da Informação. Há dois anos fui transferido, a pedido, para o Hospital Geral de Linhares (HGL), que possui mais de 600 funcionários.

Ao chegar ao HGL, em Agosto de 2005, o setor era denominado NPD (Núcleo de Processamento de Dados), mas nem isso fazia, pois o setor não tinha estrutura e nossa tarefa básica era manter o programa do setor de Pronto Socorro em funcionamento. Nessa época nosso parque de máquinas era de 15 computadores e 1 servidor.

Nesses dois anos o setor evoluiu não só no nome, hoje se chama setor de TI, mas também na postura e mentalidade de seus funcionários. Conseguimos nos alojar numa localização mais próxima da Direção do hospital, aumentar o parque de máquinas para 40 computadores e 4 servidores, e esse mês fomos presenteados pela Direção com uma sala exclusiva para alojar os servidores.

Para muitos isso pode parecer pouco, mas para aqueles que são, ou foram, profissionais de TI em órgãos públicos sabem como os obstáculos são difíceis de serem transpostos. Isso nos alegra e nos motiva a permanecer trilhando esse caminho, o caminho da superação, da doação, da busca pelo conhecimento para aplicá-lo no dia-a-dia do hospital.

Sabemos que muito ainda precisa ser alcançado. O respeito da organização pelo nosso trabalho, a confiança dos colaboradores e, principalmente, a informatização de vários processos que ainda são feitos de forma totalmente manual. Não nos falta motivação, visto que fazemos o que gostamos.

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Controle, por quê?
Saturday, October 13, 2007 11:35 PM

CONTROLE, POR QUÊ?

Gustavo André de Freitas

gustavo@gfsolucoes.net

 

O casal Laudon, em seu livro Gerenciamento de Sistemas de Informação (2001), define controle como “a combinação de medidas manuais e automatizadas que protegem os sistemas de informação e asseguram que eles sejam executados de acordo com os padrões gerenciais”.

Os sistemas de informação são uma série de componentes que interagem entre si recebendo, processando, armazenando, distribuindo e controlando a informação por toda a empresa, com o intuito de auxiliar à tomada de decisão.

Mas controlar os sistemas de informação por quê? O que motiva uma equipe de TI de uma empresa a “comprar briga” com os demais departamentos para implantar uma política de controle do parque de máquinas e colaboradores? A equipe de TI precisa ter essa resposta antes de começar a planejar e implementar uma política de segurança, ou ela não sairá da fase de planejamento devido a resistências dentro da empresa.

Erros, desastres, vandalismo, mau uso, falta de conhecimento, brechas na segurança. Existem vários motivos para controlar o parque de máquinas de uma empresa. No livro A Arte de Enganar (2003), Kevin Mitnick considera o fator humano como “o elo fraco da segurança”. Ele afirma, com sua experiência em engenharia social, que não importa o quanto se invista em segurança física (guardas de segurança, trancas automáticas, alarmes) e lógica (firewall, antivírus), o fator humano será decisivo.

Decisivo pra quê? Para deixar os sistemas de informação da empresa vulnerável, a mercê de pessoas que querem se apoderar deles para tirar vantagem competitiva ou comercial, ou somente apagar dados e comprometer todo o sistema da empresa. A internet está repleta de relatos de empresas que tiveram seus sistemas invadidos e corrompidos. Algumas foram à falência. Um exemplo claro, a cada hora que os sistemas de informação das firmas de corretagem estão parados custa a elas US$ 6 milhões. As empresas são totalmente dependentes de sua tecnologia e nenhuma empresa, pública ou privada, está fora dessa regra.

Laudon fala em “padrões gerenciais”, ou seja, o controle deve restringir ao máximo, mas sem prejudicar os processos que precisam fluir na empresa. Então o controle que serve perfeitamente para a empresa A, pode ser ineficaz na empresa B. A empresa precisa estabelecer esses padrões gerenciais para que a equipe de TI possa planejar e implementar as políticas de segurança. Pesquisas divulgadas pelo site IDGNow! revelaram que mais de 78% das empresas que permitiam que seus colaboradores utilizassem a rede de computadores sem nenhum controle amargaram prejuízos financeiros. A mesma pesquisa ainda revelou que 60% dessas empresas foram infectadas por spyware e 30% por vírus.

Por isso a equipe de TI precisa restringir acesso a programas, bloquear sites e não conceder poderes administrativos nas máquinas, pois não importa o cargo, a posição social ou o conhecimento, indubitavelmente o fator humano é decisivo para que um ambiente corporativo se torne altamente vulnerável. Quanto maior o controle e as limitações impostas aos colaboradores, menor a possibilidade da empresa sofrer uma invasão.

Mas controlar estações de trabalho e colaboradores não é um prazer e sim um desafio para a equipe de TI. Quando o número de estações entra na casa das dezenas, o controle manual se revela insuficiente e o desafio começa a ficar complicado, não sendo mais possível vencê-lo sem automatizar essa tarefa. Vários sistemas operacionais no mercado, como Windows Server, Linux e Unix, auxiliam a equipe de TI nessa tarefa, mas esse é um assunto para outro artigo.

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Apagão no Espirito Santo
Wednesday, September 26, 2007 10:53 PM

Hoje (26/09/2007) tivemos um apagão no Espirito Santo que durou mais de 1 hora. Segundo fontes jornalísticas da capital, foi um problema na rede de transmissão de Furnas que abastece o Estado. Como não sou nenhuma criança (34 anos nas costas), lembro que na minha infância sempre tinhamos esses "apagões" praticamente todo dia. O tempo passou (quanto tempo...) e o Brasil se desenvolveu, depois de 2001 ficamos muito despreocupados com essa questão, vieram outras preocupações que desviaram nossa atenção, como CPI, copa do mundo, novas tecnologias a cada dia, busca por conhecimento dessas tecnologias, entre tantas outras coisas que nos fazem esquecer as falhas gritantes que atrapalham nosso crescimento real como país.

Bem, todos devem estar perguntando, mas o que isso tem a ver com nossa área, não somos engenheiros elétricos, eles que se preocupem com esse problema. Mas infelizmente não é assim. Somos da área de Tecnologia e dependemos totalmente da energia elétrica para movimentar nossas idéias e projetos. Quando menino lembro que tínhamos em casa somente uma TV P&B e um rádio (esse podia funcionar a pilhas), mesmo assim era um sofrimento ficar sem a "luz elétrica". Hoje, tudo o que nos cerca depende dessa energia.

A notícia é velha! Para onde nos voltamos, seja num blog, numa revista, num site especializado, lá está ela! Faltam profissionais para trabalhar na área de Tecnologia, o Brasil precisa formar novos profissionais com urgência. Aqui em nossa região não é diferente, as empresas estão com vagas abertas e não há mão de obra qualificada para preenche-las. Mas, será que o país está despreparado para esse crescimento na área de Tecnologia somente pela falta de mão de obra? E a infra estrutura que envolve energia elétrica, saneamento básico, transporte de qualidade, entre outros?

O Espírito Santo e principalmente a região norte do Estado, especificamente Linhares, tem se desenvolvido muito e demonstrado um grande potencial para um crescimento ainda maior e mais acelerado, mas será que temos a infra estrutura necessária para esse crescimento? Será que somente formar novos profissionais que assumam a tarefa de desenvolver e administrar esse crescimento tecnológico é o suficiente?

Espero que possamos exercer nosso papel de formadores de opinião. Não vamos nos esconder atrás dos notebooks!

 

Gustavo

Líder Célula Sistemas

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É hora de começar a desinstalar os programas do computador?
Wednesday, September 26, 2007 4:38 PM

Vamos nos preparar para o futuro! Os programas de computador como conhecemos, os chamados aplicativos desktop, podem rapidamente deixar de existir (ou deixar de serem importantes!), visto que empresas tem investido em desenvolvimento de programas que não precisam necessariamente serem instalados no seu computador para funcionarem, os chamados aplicativos Web. Jogos, editores de texto, planilhas, slides, gerenciadores de compartilhamento, hd virtual, tocador de mp3 estão ai para provar que os aplicativos Web podem em um curto espaço de tempo substituir os aplicativos Desktop.<