Fala pessoal, td certo?
Esta matéria que estou postando aqui foi escrita à partir de uma
matéria da Info200, de Agosto de 2005, com o ranking da 200 maiores ( e
melhores) empresas de TI do mercado Brasileiro.
Números Sarados
O desempenho
das empresas de tecnologia no ano passado, apresentanram (bons) números que
mensuram o crescimento do ramo, que foi de cerca de 5%.
Os números apresentados são
os de que as empresas de TI movimentaram no ano de 2004 um montante de 64,6
bilhões, mas este crescimento a malhação correu solta, sendo assim, crescer em
TI em não foi uma tarefa automática. Prova disto são gigantes como Telesp
Celular (VIVO), considerada na data a 4ª maior empresa no Brasil em volume de
venda, fecharem o ano no vermelho.
Como boa estratégia adotada
pode citar a produtividade em alta, exportações aceleradas e foco em serviço. Este bom
resultado converge em um dado que as 200 maiores empresas de TI do Brasil
representam 11% do PIB nacional; destas 200, 101 apresentaram números positivos
quando o assunto é a expansão da receita.
Um fato observado entre as
líderes foi o da busca por convergência de redes, caso, por exemplo, da
Telemar, que mais uma vez ocupa o 1º lugar da lista, integrar serviços. “Em
2004 começamos a oferecer produtos integrados. Enxergamos os clientes de cada
empresa como um todo e não isoladamente”, disse Ronaldo Iabrudi, presidente do
grupo Telemar.
Serviço foi a palavra
mágica usada por várias empresas da lista, como HP, que seus serviços
correspondem por cerca de 40% a 45% das vendas feitas na empresa, e Claro,
controlada pelo grupo mexicano Telmex, que investe em serviços para celular,
como ringtones, streaming e downloads de vídeos. A gigante IBM também embarcou
na onda dos serviços, e hoje o faturamento da subsidiária brasileira corresponde
a 40%, um número que deve subir ainda mais.
Todo este crescimento
reflete nos empregos, pois a área de serviços é “muito demandante. Temos
contratado de sete a oito pessoas por dia útil”, diz Rogério Oliveira,
presidente da IBM.
Já o setor das exportações
não cresce tanto quanto o de serviços. Das 200 empresas do ranking, 31%
informaram atuar no mercado externo, mas no conjunto de volume, isto representa
apenas 0,9% do faturamento total, mas para algumas empresas, uma das chances de
crescimento do setor está no desenvolvimento de aplicações, na “área de
finanças, mobilidade, web services e e-gov”, é o que diz Emilio Umeoka,
presidente de Microsoft no Brasil.
Os lucros também fizeram
parte deste cenário otimista. Das 139 integrantes do ranking que informaram o
valor do lucro líquido, 105 fecharam no azul, somando juntas 1,7b de dólares,
sendo a líder a Telefonica SP, que emplacou 486,9 milhões de dólares. Mas das
empresas que tiveram prejuízo, a soma foi de 799,3 milhões de dólares, sendo as
quatro primeiras empresas a TIM, Embratel, Vivo e Teimes do Brasil, antiga
AT&T.
Voltando à linha do lucro,
existe um componente que se reflete com cada vez mais voracidade: O índice de
produtividade, traduzindo em miúdos, é o quanto cada funcionário produz para
sua empresa. Só para se ter uma idéia, em 2002, este número era de
U$185.000,00, mas em 2004 foi de U$206.000,00. O que não necessariamente quer
dizer redução de contingente, pois juntas no ano passado às empresas de TI
empregaram 315 mil pessoas.
Arthur Gambin Santini
Líder Célula Academica infra.UNIFEV
(ainda sem blog.... :/)